A brincar a brincar também se fizeram boas homenagens!
Sinto-me mais pobre, logo agora que ia precisar de um homem destes!
sexta-feira, maio 08, 2009
segunda-feira, abril 13, 2009
terça-feira, dezembro 23, 2008
Concerto(s) do ano
Há muito que era claro para mim Shannon Wright ter dado no Santiago Alquimista o melhor concerto do ano, mas eis que na passada sexta-feira assisti a um concerto que considero ter sido histórico, marcante, inolvidável! São dois os melhores momentos musicais que vivi este ano, Mão Morta no Cine-Teatro João Mota, em Sesimbra, e Shannon Wright no Santiago Alquimista, em Lisboa.
E o(s) vosso(s) eleito(s)?
E o(s) vosso(s) eleito(s)?
quinta-feira, novembro 27, 2008
Manifesto Anti-Montez
Os apreciadores de música e de concertos que consentem encher os bolsos ao Montez são apreciadores que nunca o foram. São uma cáfila de indigentes, de indignos, de cegos e de surdos! São um rebanho de vendidos e só podem parir abaixo de zero!
Abaixo estes pseudo-apreciadores de música!
O Montez pode já nos ter proporcionado variadíssimas oportunidades de assistir a muito bons concertos de excelsas bandas e músicos, mas neste momento passou das marcas ao querer encher o bandulho com um festival de música para concubinos da ignorância e da falta de amor à arte que é a música!
O Montez não precisa de se disfarçar para ser salteador, basta organizar festivais como o Super Bock em Stock. Aliás, “stock” é um termo que associo ao capitalismo e é preciso o Montez ter muito cara de pau e ser um gatuno para ainda pôr um nome destes a um festival que só pode servir para lhe dar pilim e não como um evento tendo em vista cumprir a sua função que é dar música a quem a queira apreciar ao vivo com condições mínimas. (Ah pois, o nome é por causa do programa de rádio e não sei quê! Claro!) Ora, parece-me que o formato do SBES não oferece condições ao público para que essa desejada fruição da música se faça, pior ainda, nem sequer encara os músicos como artistas que vêm apresentar o seu trabalho, mas sim como grelhadores de hamburguers de cadeias de fast-food.
Lixe-se o Montez, lixe-se! PIM!
O Montez vomita concertos e muito bem! Mas desta vez vai vomitar um festival de rápida digestão que lhe vomitará dinheiro fácil, tão fácil quanto o público que lá for é fácil de endrominar.
O Montez envergonha-me por ser português e nos querer equiparar aos texanos. Toda a gente sabe que os americanos em geral e os texanos em particular são burros, mas o Montez quer fazer de nós, portugueses, jumentos ao copiar o formato de um festival de Austin que até deve ser fabuloso. Porém, a qualidade de um festival com alguns anos no Texas não é argumento suficiente para copiarmos o seu formato na nossa pacata e repleta de gente que gosta de boa música ao vivo Lisboa!
Pensem comigo – para além do facto de isto não ser o Texas, mesmo que até tivéssemos afinidades, não percebo qual o mérito em copiar um produto final que lá demorou alguns anos a crescer até se transformar no que é. Não sei se os texanos (todos juntos) são tão estúpidos quanto o Montez ao ponto de agendarem várias bandas a tocar ao mesmo tempo nos primórdios do festival – ou se calhar são, não sei, mas prefiro acreditar que, com a afluência do público e de bandas a quererem tocar ao longo dos anos, os concertos tivessem que se ir sobrepondo à medida que esta exigência surgia. Porém, a besta do Montez faz de nós energúmenos ao dar-nos a maravilhosa oportunidade de termos 4 ou 5 bandas a tocar em simultâneo... bandas essas que provavelmente gostaríamos muito de ver mas se calhar não conseguiremos porque não somos omnipresentes... ou somos?
Sim, sim, já sei, temos que fazer opções na vida! Muito bem, sei disso! Mas, primeiro o Montez não é ninguém para me dar lições de vida (sabe-se lá de onde virá esta mania); segundo, até podemos fazer as nossas opções... o problema é que o Montez não nos garante que a sala onde queremos ver os nossos eleitos artistas tenha espaço para nós quando lá chegarmos, coisa que me parece que irá acontecer com alguma facilidade!
Calma! Temos um dispositivo de oferta que nos vai dizer as salas que estão a esgotar a lotação! Yupiii, então não há problema, posso não conseguir ver as bandas, mas trago para casa um dispositivo muito útil para enfiar algures no Montez se me cruzar com ele.
O Montez é a vergonha da indústria musical portuguesa!
E ainda há quem lhe agradeça por trazer cá certos músicos!
Lixe-se o Montez, lixe-se! PIM!
Nem os músicos deviam ficar contentes com o convite do Montez. Será que sabem ao que vêm? Se eu fosse apresentar um trabalho meu ao vivo gostaria de o fazer sem limites de horários tão rígidos e ridículos de apertados! E gostaria também de sentir que o público estava ali para me ver descontraidamente sem estar em stress a pensar que tem de se fazer a caminho da outra sala para ver o final do concerto da outra banda...
Relaxem! Já passamos o dia-a-dia a correr – ainda temos que o fazer nas horas de lazer em que é suposto usufruirmos sem stress da actividade que escolhemos para alimentar a alma?
(Já nem quero falar da hipótese de virem todos tocar ao monte durante a semana porque o Montez conseguiu um voo em saldos onde cabem todos, passando-se o mesmo com o hotel! Atenção que eu até sou defensora de concertos durante os dias úteis, não está aí a minha indignação!)
Sou eu que estou a ficar ultrapassada e a transformar-me numa espécie de velha do Restelo ou de facto esta ideia do SBES é mesmo merdosa?
É que posso dar-vos mais factores contra esta trampa de ideia!
Vejamos o preço - € 40 por um festival de 2 dias (noites entre as 21h e as 0h15) com mais de 20 bandas – assim de repente não parece mau de todo! Acordem! Vão ver o programa... Quantas bandas acham que conseguirão ver? Quantas bandas acham que conseguirão ver na (curta) totalidade? Quantas bandas que gostariam de ver efectivamente conseguirão ver? É possível que a resposta de muitos de voz seja igual para todas estas perguntas – “Nenhuma!” – Ao que os crentes e positivistas (eu diria, os tais não apreciadores de música) dirão “Não há crise, há copos, convívio e outras bandas boas para ver mesmo que não consigamos aceder às nossas escolhas” – Muito bem! Só me parece que por € 40 é estarem a roubar-me mais que a Euribor e o gasóleo e toda a conjuntura económica dos últimos meses.
Encham-lhe as algibeiras e passem a ter só concertos fast-listening (analogia com fast-food).
Posto isto, só posso dizer:
Foda-se o Montez, foda-se! PIM!
É claro para os mais inteligentes e atentos (não me refiro a muitos dos “apreciadores de música” que por aí andam) que este texto foi inspiradíssimo no Manifesto Anti-Dantas de José de Almada-Negreiros. Em itálico encontram-se expressões que retirei do citado Manifesto, não sendo minha intenção plagiá-lo nem chegar perto de tamanha arte literária. Como tal, aconselho a (re)leitura deste texto futurista para que melhor percebem o meu ódio/desprezo (se é que ambos os sentimentos possam ser simultâneos) por este Luís Montez.
Não resisto a retirar dois outros excertos do Manifesto Anti-Dantas, alterando apenas o meu objecto de escárnio para Montez:
E fique sabendo o Montez que se todos fossem como eu, haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a gastar.
(...)
Portugal que com homens deste género conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e de todo o mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos!
Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia – se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseiado!
Bons concertos!
Abaixo estes pseudo-apreciadores de música!
O Montez pode já nos ter proporcionado variadíssimas oportunidades de assistir a muito bons concertos de excelsas bandas e músicos, mas neste momento passou das marcas ao querer encher o bandulho com um festival de música para concubinos da ignorância e da falta de amor à arte que é a música!
O Montez não precisa de se disfarçar para ser salteador, basta organizar festivais como o Super Bock em Stock. Aliás, “stock” é um termo que associo ao capitalismo e é preciso o Montez ter muito cara de pau e ser um gatuno para ainda pôr um nome destes a um festival que só pode servir para lhe dar pilim e não como um evento tendo em vista cumprir a sua função que é dar música a quem a queira apreciar ao vivo com condições mínimas. (Ah pois, o nome é por causa do programa de rádio e não sei quê! Claro!) Ora, parece-me que o formato do SBES não oferece condições ao público para que essa desejada fruição da música se faça, pior ainda, nem sequer encara os músicos como artistas que vêm apresentar o seu trabalho, mas sim como grelhadores de hamburguers de cadeias de fast-food.
Lixe-se o Montez, lixe-se! PIM!
O Montez vomita concertos e muito bem! Mas desta vez vai vomitar um festival de rápida digestão que lhe vomitará dinheiro fácil, tão fácil quanto o público que lá for é fácil de endrominar.
O Montez envergonha-me por ser português e nos querer equiparar aos texanos. Toda a gente sabe que os americanos em geral e os texanos em particular são burros, mas o Montez quer fazer de nós, portugueses, jumentos ao copiar o formato de um festival de Austin que até deve ser fabuloso. Porém, a qualidade de um festival com alguns anos no Texas não é argumento suficiente para copiarmos o seu formato na nossa pacata e repleta de gente que gosta de boa música ao vivo Lisboa!
Pensem comigo – para além do facto de isto não ser o Texas, mesmo que até tivéssemos afinidades, não percebo qual o mérito em copiar um produto final que lá demorou alguns anos a crescer até se transformar no que é. Não sei se os texanos (todos juntos) são tão estúpidos quanto o Montez ao ponto de agendarem várias bandas a tocar ao mesmo tempo nos primórdios do festival – ou se calhar são, não sei, mas prefiro acreditar que, com a afluência do público e de bandas a quererem tocar ao longo dos anos, os concertos tivessem que se ir sobrepondo à medida que esta exigência surgia. Porém, a besta do Montez faz de nós energúmenos ao dar-nos a maravilhosa oportunidade de termos 4 ou 5 bandas a tocar em simultâneo... bandas essas que provavelmente gostaríamos muito de ver mas se calhar não conseguiremos porque não somos omnipresentes... ou somos?
Sim, sim, já sei, temos que fazer opções na vida! Muito bem, sei disso! Mas, primeiro o Montez não é ninguém para me dar lições de vida (sabe-se lá de onde virá esta mania); segundo, até podemos fazer as nossas opções... o problema é que o Montez não nos garante que a sala onde queremos ver os nossos eleitos artistas tenha espaço para nós quando lá chegarmos, coisa que me parece que irá acontecer com alguma facilidade!
Calma! Temos um dispositivo de oferta que nos vai dizer as salas que estão a esgotar a lotação! Yupiii, então não há problema, posso não conseguir ver as bandas, mas trago para casa um dispositivo muito útil para enfiar algures no Montez se me cruzar com ele.
O Montez é a vergonha da indústria musical portuguesa!
E ainda há quem lhe agradeça por trazer cá certos músicos!
Lixe-se o Montez, lixe-se! PIM!
Nem os músicos deviam ficar contentes com o convite do Montez. Será que sabem ao que vêm? Se eu fosse apresentar um trabalho meu ao vivo gostaria de o fazer sem limites de horários tão rígidos e ridículos de apertados! E gostaria também de sentir que o público estava ali para me ver descontraidamente sem estar em stress a pensar que tem de se fazer a caminho da outra sala para ver o final do concerto da outra banda...
Relaxem! Já passamos o dia-a-dia a correr – ainda temos que o fazer nas horas de lazer em que é suposto usufruirmos sem stress da actividade que escolhemos para alimentar a alma?
(Já nem quero falar da hipótese de virem todos tocar ao monte durante a semana porque o Montez conseguiu um voo em saldos onde cabem todos, passando-se o mesmo com o hotel! Atenção que eu até sou defensora de concertos durante os dias úteis, não está aí a minha indignação!)
Sou eu que estou a ficar ultrapassada e a transformar-me numa espécie de velha do Restelo ou de facto esta ideia do SBES é mesmo merdosa?
É que posso dar-vos mais factores contra esta trampa de ideia!
Vejamos o preço - € 40 por um festival de 2 dias (noites entre as 21h e as 0h15) com mais de 20 bandas – assim de repente não parece mau de todo! Acordem! Vão ver o programa... Quantas bandas acham que conseguirão ver? Quantas bandas acham que conseguirão ver na (curta) totalidade? Quantas bandas que gostariam de ver efectivamente conseguirão ver? É possível que a resposta de muitos de voz seja igual para todas estas perguntas – “Nenhuma!” – Ao que os crentes e positivistas (eu diria, os tais não apreciadores de música) dirão “Não há crise, há copos, convívio e outras bandas boas para ver mesmo que não consigamos aceder às nossas escolhas” – Muito bem! Só me parece que por € 40 é estarem a roubar-me mais que a Euribor e o gasóleo e toda a conjuntura económica dos últimos meses.
Encham-lhe as algibeiras e passem a ter só concertos fast-listening (analogia com fast-food).
Posto isto, só posso dizer:
Foda-se o Montez, foda-se! PIM!
É claro para os mais inteligentes e atentos (não me refiro a muitos dos “apreciadores de música” que por aí andam) que este texto foi inspiradíssimo no Manifesto Anti-Dantas de José de Almada-Negreiros. Em itálico encontram-se expressões que retirei do citado Manifesto, não sendo minha intenção plagiá-lo nem chegar perto de tamanha arte literária. Como tal, aconselho a (re)leitura deste texto futurista para que melhor percebem o meu ódio/desprezo (se é que ambos os sentimentos possam ser simultâneos) por este Luís Montez.
Não resisto a retirar dois outros excertos do Manifesto Anti-Dantas, alterando apenas o meu objecto de escárnio para Montez:
E fique sabendo o Montez que se todos fossem como eu, haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a gastar.
(...)
Portugal que com homens deste género conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e de todo o mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos!
Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia – se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseiado!
Bons concertos!
segunda-feira, novembro 17, 2008
1.º aniversário
Este blog faz 1 ano!
Para comemorar lembrei-me de uma música ainda mais depressiva que o clássico Parabéns!
Para comemorar lembrei-me de uma música ainda mais depressiva que o clássico Parabéns!
terça-feira, novembro 04, 2008
domingo, novembro 02, 2008
Excluídos
Berlim - Memorial às vítimas do Holocausto«Quem comete um erro é excluído; é fechado dentro de uma caixa. Quem está fora vê apenas a caixa. Mas quem está fechado, excluído, consegue ver cá para fora. Vê tudo, vê-nos a todos.
Em cada compartimento há dezenas de caixas. Milhares de caixas por todo o lado. A maior parte delas vazia. Outras têm lá dentro pessoas excluídas. Ninguém sabe quais as caixas que têm pesoas.
As caixas são tantas que ninguém lhes dá importância. Pode estar lá uma pessoa, até a que amas, mas nem olhas. Já não produzem efeito. Passas por elas centenas de vezes.»
Gonçalo M. Tavares, Jerusalém
Não interpretem o texto influenciados pela imagem, foi só uma das minhas associações.
quinta-feira, outubro 30, 2008
sexta-feira, outubro 24, 2008
Noraluca
Uma brincadeira-presente sem falácias para um UD que faz anos um destes dias.
Disappointment Disco Song
Disappointment Disco Song
sábado, outubro 18, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
Mystery Jets - Two Doors Down
Mais outra música tipicamente 80's feita agora! E gira! Até o vídeo é 80's!
quarta-feira, outubro 15, 2008
M83 - Kim & Jessie
A música do Outono está eleita!
Como é possível hoje em dia fazer-se uma música tipicamente anos 80 e soar tão bem?
sexta-feira, outubro 10, 2008
Ellipse Foundation
Quero lá ir ver a nova exposição que inaugura amanhã, Listen Darling... The World is Yours.
Dois exemplos de uma das artistas plásticas (espero que estejam lá as duas peças):
Cell XXV
Spider
Dois exemplos de uma das artistas plásticas (espero que estejam lá as duas peças):
Cell XXV
Spider
quinta-feira, outubro 09, 2008
Uma música com 10 meses de atraso
Mas valeu a pena esperar, apesar de que faria sentido tê-la cantado no passado fim de ano.
The Walkmen - In the New Year
The Walkmen - In the New Year
quarta-feira, outubro 01, 2008
terça-feira, setembro 23, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
Ainda os americanos...
... Os bons e os maus.
Até fiquei comovida!
Rage Against the Machine à capela depois de lhes terem cortado o som de palco em frente a uma convenção do Partido Republicano!...
Até fiquei comovida!
Rage Against the Machine à capela depois de lhes terem cortado o som de palco em frente a uma convenção do Partido Republicano!...
segunda-feira, setembro 15, 2008
Você é...
Foto de Richard Drew.Cá estão os resultados do teste efectuado no post anterior.
Quero mais uma vez sublinhar que não se chegou aos resultados depois das votações, não havendo qualquer tipo de influência. Os resultados foram aferidos aquando da elaboração do teste. Tenho testemunhas para que não me agridam se não gostarem da vossa definição.
Consoante a sua resposta, você é:
A – Um urbano-depressivo de gema.
B – Um romântico incondicional.
C – Um utópico/falso crente.
D – Um derrotista/católico refundido.
E – Um sádico descrente na humanidade.
Não resisto a deixar duas pinturas da fabulosa Laurie Lipton, uma delas subordinada ao tema. A outra, não sei, mas contudo achei bastante adequada!
Collateral Damage:

Self Destructive Optimist:

quinta-feira, setembro 11, 2008
Teste a sua personalidade
Sete anos depois é um pouco tarde para debater seja o que for acerca do atentado às Twin Towers, sobretudo porque é um assunto que já chateia.Porém, um destes dias, tropecei num documentário pouco isento e apeteceu-me falar sobre isso. Não querendo avaliar a qualidade do documentário, serve este post para vos pôr algumas questões sobre as pessoas que saltaram das Torres Gémeas, ao mesmo tempo que poderão testar a vossa própria personalidade (num teste a la revista de gaja).
A cada resposta corresponde uma letra que vocês escolherão. Para que as vossas opções não sejam influenciadas, só no próximo post revelarei o tipo de personalidade que corresponde a cada letra.
As pessoas que vimos cair das TT:
A – Terão optado por um suicídio com adrenalina pura, ao invés de uma morte infernal de quente.
B – Terão pensado que talvez conseguissem voar.
C – Terão tido esperança na sobrevivência através de alguma espécie de “milagre”.
D – Terão escorregado por se terem debruçado de mais ao tentar respirar fora das janelas.
E – Terão sido empurradas por outras pessoas que queriam respirar no lugar delas.
Pense bem e faça a sua escolha!
Já agora, o documentário procurava mostrar as opiniões divergentes acerca da publicação da fotografia de Richard Drew. Qual a vossa opinião em relação a isso? Foi um desrespeito para com a pessoa em queda ou nem por isso?...
quarta-feira, setembro 10, 2008
O Grande Pum
Diz que vão simular o Big Bang! Hoje já foi posto a funcionar o acelerador de protões, um dia destes fazem-nos chocar e PUUUMM! Tanto dinheiro, tanto tempo e tantas pessoas envolvidas num projecto que já todos nós experienciámos a certa altura da nossa vida, uns mais, outros menos!Este post é dedicado à Su e aos seus dias de ressaca.
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